sábado, 29 de setembro de 2012

Apelidos Carinhosos

Alguns apelidos dados a pessoas são óbvios.
Lula (o do bem) meu fraterno amigo chama-se Luiz Alberto, mas não conheço quem o chama pelo nome, até no crachá de identificação da empresa está escrito Lula. Sim este Lula trabalha e muito.
Se perguntarem quem é Luiz Alberto na loja de departamentos ninguém sabe mas Lula é fácil de achar.
Carminha, apelido de outra grande amiga tem origem em seu nome Maria do Carmo. As vezes pessoas chegam procurando por Maria do Carmo e confesso que de imediato não faço a associação.
Para mim ela é Carminha, não é Maria do Carmo.
Ainda na loja de departamentos era impossível chamar o coordenador da operação Rato de Otávio.
Apelidos as vezes podem surgir de situações não muito agradáveis, ficam assim difíceis de ser explicados a quem pergunta o porque.
Lembro de funcionário da mesma  loja de departamentos que caiu na besteira de contar em uma roda que, certa vez, fez exame delicado em que um médico introduziu uma sonda com um luz em seu reto.
Ganhou o apelido de Vagalume , não havia mais como chamá-lo de outra forma.
Há algumas semanas vi uma situação engraçada que deu ensejo a um quase apelido.
Fui chamado pela coordenação do programa de pós-graduação da universidade para uma reunião onde seria apresentado o modelo a seguir nos trabalhos de dissertação de conclusão do MBA.
Geralmente sou escolhido por alguns alunos para a orientação de trabalhos  e assim a coordenação pediu minha presença,já que na data deveria conversar com quatro alunos que pediram meu nome como orientador.
Estava entrando na sala quando ouvi a pergunta do aluno ao colega professor que explicava a estrutura do modelo a ser seguido.
- Professor, mas o modelo é mesmo para ser seguido ?
- Juju, o nome assim já indica , é modelo .
- Mas professor, tem muitas regras, fonte de letra e tamanho determinado, introdução, estrutura de texto, citações, referências, é demais fazer isto.
- Juju, a boa norma técnica para publicação de trabalhos científicos assim o determina. Busca padronização que leva a facilidade de leitura, exame do texto por seu orientador e pela banca.
O aluno ainda não convencido se calou.
Aproximei-me do colega professor e perguntei por pura curiosidade :
- Porque você chamou ele de Juju ?
Antes de responder ele sorriu .
- É só uma forma carinhosa de se chamar ao invés de Jumento.



domingo, 16 de setembro de 2012

Conversa pelo rádio


Ouvi este caso uma vez em um voo internacional contado pelo passageiro que estava a meu lado. Infelizmente não me recordo de seu nome.
Busquei e encontrei a narrativa oficial na Web que traduzi.
O que aparece mais abaixo é aparentemente  a transcrição de uma conversa pelo rádio entre um navio da marinha americana e autoridades canadenses na costa da Terra Nova em Outubro de 1995.
A conversa pelo rádio foi liberada pelo Chefe de Operações Navais em 10 de outubro de 1995.
A fala inicial é do navio americano.
- Por favor mude sua direção 15 graus para o Norte para evitar uma colisão.
A resposta veio imediatamente.
- Recomendo que você mude SEU  curso 15 graus para o sul para evitar uma colisão
- Aqui fala o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude SEU curso.
- Não, digo novamente, você que mude SEU curso.
- AQUI É O PORTA-AVIÔES ENTERPRISE, NÓS SOMOS O MAIOR NAVIO DE GUERRA DA MARINHA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA. MUDE SEU CURSO AGORA !
- Nós somos um farol. Sua vez .

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Casos de Advogados


Este é um post recorrente, volta e meia volta a circular via e-mails.

São estórias retiradas do livro ‘Desordem no tribunal’.
São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.
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Advogado : Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado : Que ano?
Testemunha: Todo ano.

Advogado : Essa doença, a miastenia grave, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado : Você esquece… 
Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido ?

Advogado : Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.

Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, ‘Onde estou, Bete?’
Advogado : E por que se aborreceu minha senhora?
Testemunha: Meu nome é Célia..

Advogado : Seu filho mais novo, o de 20 anos…
Testemunha: Sim.
Advogado : Que idade ele tem?
 
Advogado : Sobre esta foto sua…. o senhor estava presente quando ela foi tirada?

Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?

Advogado : Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado : Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Advogado : E quantas eram meninas?

Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge..
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?

Advogado : Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado : E era um homem ou uma mulher?
Testemunha: Mulher só se houvesse um circo na cidade doutor.

Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas…

Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
Testemunha: Oral.

Advogado : Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não… Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.

Advogado : Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da  vítima?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado : O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado : Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado : Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e praticando Direito em algum lugar !