sábado, 26 de março de 2011

Um dia de azar

Sentados embaixo da amendoeira após o almoço ele começou a nos narrar a desventura vivida . Estavam presentes eu e mais 3 colegas, também gerentes da empresa .

“Tem dia que começa errado, piora durante e a noite o caldo transborda de vez.

Acordei com uma tremenda ressaca , não devia ter bebido aquele uísque nacional que apareceu na mesa quando o bar ficou sem cerveja gelada .

Mas vocês sabem como é que é, a conversa com a rapaziada lá do Recreio estava legal, ninguém querendo ir para casa, caí dentro .

Acordei meio grogue, ao virar para abrir a gaveta do armário dei uma topada no pé da cama que quase me arranca a unha . Ia dar o grito de PQP mas me lembrei que a mulher não tinha me visto chegar , se acorda e me pega com a cara de cachaça que devia estar ia ser uma falação tremenda , agüentei quieto. A lágrima escorreu pelo canto do olho.

Fui ao banheiro, tomei banho, botei um bandaid no dedão, achei que estava melhor.

Entrei na cozinha , botei a água para ferver para fazer o café antes de acender o cigarro.

Na hora de passar o café cadê o pó ? Tinha acabado .

Beleza , troquei de roupa e fui na padaria .

Chegando lá , encostado no balcão peço o pó de café , aproveito e resolvo pedir seis pãezinhos .

Um garotinho chega ao meu lado e pede uma coca de 2 litros .

Achei que o moleque não ia alcançar e pego a garrafa para entregar a ele.

A garrafa estava meio suja , português porco não lava as garrafas , escorrega da minha mão e cai em cima de que ? Foi direto em cima do outro dedão .

Desta vez não seguro e solto o berro , PQP , como doeu .

O moleque começou a chorar , dizia que a culpa não era dele , não era mesmo , mas nesta hora todo mundo na padaria começou a me olhar com a cara feia .

Sentindo dor peço desculpas ao moleque , pago outra coca para ele e ainda dou um sonho para ele levar .

Vou para casa e faço o café depois de colocar outro bandaid no outro pé.

Bacana pensei , está todo mundo dormindo , vou pegar o jornal e acender um cigarro na varanda tranqüilo .

Peguei o jornal no gramado onde o entregador havia jogado , o cachorro tinha dado um mijadão em cima dele .

FDP pensei , acho que adivinhou que estava p. com ele pois ficou de longe me olhando e abanando o rabo.

Separo o que sobrou seco , só o caderno de moda.

Tudo bem , resolvi que ia ficar na minha , o que mais podia dar errado.

Resolvi sair , o dia estava bonito , peguei o celular e fui até a praia andar no calçadão.

Parei perto do quiosque e fui caminhar .

Já era quase meio dia quando a mulher me ligou .

Como sempre nem falou Oi , já começou com onde você está .

Respondi que estava na praia , ia comer alguma coisa no quiosque , não me espere para o almoço falei .

Começou a falação , isto não estava certo , agora minha vida era só sair com meus amigos cachaceiros e ir para praia . Ela não saía de casa há meses.

Mulher tem memória muito curta ou então muito seletiva .

Ela com certeza não lembrava que no outro final de semana tinha me arrastado para casa da mãe dela e no dia seguinte para 5 horas dentro de um shopping.

Resolvi fazer então um investimento , disse a ela que a noite iríamos sair .

O tom de voz mudou na hora , mesmo , onde vamos me perguntou.

Naquele lugar com comida nordestina que você gosta respondi .

Beleza , deu certo , desligou após me pedir para ter cuidado com o sol .

Caminhei mais , parei de volta no quiosque , tomei água de coco , dei uma olhada na mulherada , tem cada biquíni pequeninho meu Deus do Céu .

Resolvi voltar para casa e ao chegar no carro vejo o pneu arriado .

Dia desgraçado este pensei , mal eu sabia o quanto podia piorar.

Troquei o pneu , passei no borracheiro perto da minha rua e fui para casa.

Ao entrar não vi o cagalhão que o cachorro , ele de novo, tinha deixado no caminho.

Escorreguei e caí direto de bunda no chão .

Não é que o desgraçado ainda latiu para mim abanando o rabo ?

Não adiantava ir atrás dele , com a sorte que estava ia acabar caindo de novo .

Joguei as havaianas no tanque da lavanderia e subi para o quarto .

Minha cama parecia o único lugar seguro para mim.

A mulher me viu subindo e logo depois entrou no quarto .

Vai dormir de novo , ainda está de porre , perguntou .

Não respondi, o dia estava muito ruim .

Ela me acordou às nove horas , não iríamos sair perguntou.

Bem feito seu burro pensei , mas palavra dada não se retira .

Tomei outro banho, troquei de roupa e saímos .

No caminho até o carro tive o cuidado de olhar para o caminho.

Chegamos , pedi dois chopps e uma porção de frango a passarinho.

Aprendi esta aqui mesmo , você tem que dar algo que dê trabalho para ela comer.

Assim ela fala menos.

Quando a porção acabou , vi que ela estava ensaiando começar o discurso de sempre.

Nesta hora o garçom me salvou me oferecendo dois caranguejos .

Aceitei na hora , ela ia falar do trabalho que dá para quebrar o caranguejo.

Gente o negócio funcionou , o clima ficou suave , começamos a falar abobrinhas, me distraí tanto que acabei fazendo a grande besteira do dia.

Olhei para o relógio e disse , meu amor tenho que ir embora , minha mulher está em casa me esperando ....

Foi nesta hora que ela mandou o saleiro na minha testa e fez este galo . “

sábado, 19 de março de 2011

No Colégio

Fui aluno do Colégio Militar do Rio de Janeiro onde cursei as 4 últimas séries do antigo primeiro grau e depois os 3 anos do ensino médio .

Na época estava entre os melhores colégios do Rio graças ao planejamento efetuado, a dedicação exclusiva de professores , eram militares do quadro de magistério e a seleção rigorosa na entrada.

Tenho saudade de suas amplas instalações , do campo oficial de futebol, e do respeito e rigor ético que imperavam .

No último ano éramos obrigados a prestar serviço militar e alguns casos aconteciam .

Como na noite em que tirando serviço de guarda na portaria do colégio o telefone tocou e C., aluno do 2º ano já com 18 anos , atendeu com a saudação obrigatória :

- Colégio Militar do Rio de Janeiro , Corpo da Guarda , boa noite .

O interlocutor responde e C. volta a falar :

- Como é que é , com quem a Sra quer falar ?

Pela resposta descubro que é uma mulher e continuo a prestar atenção em C.

- Minha Senhora , acho que a Sra deve ter roupa para lavar ao invés de ligar para cá procurando homem , que estória é essa de ligar para cá nesta hora da madrugada procurando alguém para chamar de bem .

Falou isto com raiva e desligou o telefone .

Na hora me lembrei do Sargento Ben mas não deu tempo , C. havia desligado.

Não deu tempo de explicar a besteira que ele havia feito , o telefone voltou a tocar e atendi.

- Colégio Militar do Rio de Janeiro , Corpo da Guarda , boa noite .

- Seu malcriado , grosso , mal educado , que estória é essa de desligar na minha cara e falar um monte de desaforos , indaga a mulher enfurecida .

- Perdão Sra , não estou entendendo , aqui fala o aluno 1175 , Lozano , Bateria de Artilharia , o que deseja ?

- Eu acabei de ligar e um imbecil daí desligou na minha cara , eu quero falar com o Ben.

- Sra , é a primeira vez que atendo sua ligação , foi comigo mesmo com quem a Sra falou antes ?

- Não , a voz é diferente , mas alguém aí desligou.

- Minha Sra garanto que não foi daqui , com quem a Sra quer falar mesmo ?

- Com o Ben .

- O sargento Ben ?

- Ele mesmo !

- Um minuto por favor , vou passar sua ligação.

Naquela noite salvei C. de uma encrenca .

quinta-feira, 10 de março de 2011

O mal que a cerveja faz

Carlos Yallouz me manda importante contribuição sobre os males que a cerveja pode trazer.

O assunto é tratado em 10 perguntas .



1. A CERVEJA MATA?

Sim. Sobretudo se a pessoa for atingida por uma caixa de cerveja com

garrafas cheias. Anos atrás, um rapaz, ao passar pela rua, foi atingido

por uma caixa de cerveja que caiu de um caminhão levando-o a morte

instantânea. Além disso, casos de infarto do miocárdio em idosos teriam

sido associados as propagandas de cervejas com modelos boazudas.

2. O USO CONTINUO DO ALCOOL PODE LEVAR AO USO DE DROGAS MAIS PESADAS?

Não. O álcool é a mais pesada das drogas: uma garrafa de cerveja pesa

cerca de 900 gramas.

3. CERVEJA CAUSA DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA?

Não. 89,7% dos psicólogos e psicanalistas entrevistados preferem uísque.

4. MULHERES GRÁVIDAS PODEM BEBER SEM RISCO?

Sim. Está provado que nas blitz a polícia nunca pede o teste do

bafômetro pras gestantes. E se elas tiverem que fazer o teste de andar

em linha reta, sempre podem atribuir o desequilíbrio ao peso da barriga.

5. CERVEJA PODE DIMINUIR OS REFLEXOS DOS MOTORISTAS?

Não. Uma experiência foi feita com mais de 500 motoristas: foi dada uma

caixa de cerveja para cada um beber e, em seguida, foram colocados um

por um diante do espelho. Em nenhum dos casos, os reflexos foram alterados.

6. A BEBIDA ENVELHECE?

Sim. A bebida envelhece muito rápido. Para se ter uma idéia, se você

deixar uma garrafa ou lata de cerveja aberta ela perderá o seu sabor em

aproximadamente quinze minutos.

7. A CERVEJA ATRAPALHA NO RENDIMENTO ESCOLAR?

Não, pelo contrário. Alguns donos de faculdade estão aumentando suas

rendas com a venda de cerveja nas cantinas e bares na esquina.

8. O QUE FAZ COM QUE A BEBIDA CHEGUE AOS ADOLESCENTES?

Inúmeras pesquisas vinham sendo feitas por laboratórios de renome e

todas indicam, em primeiríssimo lugar, o garçom.

9. CERVEJA ENGORDA?

Não. Quem engorda é você.

10. A CERVEJA CAUSA DIMINUIÇÃO DA MEMÓRIA?

Que eu me lembre, não.

terça-feira, 8 de março de 2011

Entendendo o universo feminino

Entender o universo feminino não é fácil tarefa.
A maior parte dos adjetivos e de nossos desejos são femininos.
Femininas são a paz, a alegria, a fraternidade,
Como também o são as virtudes, a coragem,a fibra, a conquista.

Mas como não pensar nas femininas bondade, caridade, beleza,
E em nosso universal desejo de justiça, serenidade, felicidade.
Pregar a gentileza, a busca da igualdade, o exercício da tolerância,
para melhor conduzir a vida em harmonia, desfrutando de prazeres
presentes nas femininas artes da música, da pintura, da poesia.

Assim cada vez mais me convenço de que sou aprendiz ,
tentando desvendar o mistério de como as sábias mães Terra e Natureza
dispuseram que a verdadeira força está na linha suave e curva,
na aparente fragilidade da moldura de uma mulher.
Tão poderosa que dela se produz vida.

A verdade por si é uma só.
Para isto tenho que me valer de um substantivo masculino,
contrapondo-se a tantos e belos adjetivos femininos,
não abstrato em sua forma , mas deveras concreto.
Nada me resta a não ser confessar a ti mulher ,que és irmã, amiga, companheira,
mãe, esposa e amante, a eternidade de meu amor.

segunda-feira, 7 de março de 2011

João Gasolina

Maria Gasolina é personagem comum na noite de Rio e São Paulo.
Uma vez mesmo um canal de televisão exibiu matéria em que um sujeito de início circulou com um carro muito velho, uma Brasília , nas ruas da Vila Madalena em São Paulo.
Não arrumou nem um boa noite.
Deu a volta e voltou num esportivo, um Bugatti.
Foi parar em frente a um bar e pronto, apareceu companhia.
Pois Giuliana , amiga e parceira de trabalho, encontrou um João Gasolina.
A estória abaixo é ela quem narra.
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"Eu nunca tinha passado por isso, pois não ligo muito pra carros, mas aconteceu...

Dizem por aí que tem mulheres que só olham para homens em carros bonitos.

E ao contrário, existe?

Bom, depois de muitos anos de trabalho duro, suado, com muito esforço, comprei um carro bacana!

Aquela ansiedade para pegar o carro novo, como se isso nunca tivesse acontecido. Muito bem, peguei o carro e fui trabalhar, como de costume.

No meio da tarde, uma amiga minha me ligou e disse: “Precisamos sair de carro novo!!!”

Então, saí do trabalho lá pelas 8:30 da noite e fomos procurar um bar, que ainda não tínhamos ido, numa rua do Itaim , em SP.

Eu sabia mais ou menos onde era, mas tive que dar algumas voltas no quarteirão para encontrar a rua certa.

Neste momento, paramos num farol e ao lado direito, estacionando o carro, damos de cara com um cara MUITO LINDO.

Bem vestido, barba por fazer, cabelo curtinho, enormes olhos azuis.

Logo que vi, comentei com minha amiga...”olha que cara mais lindo!”.

Ela, como que num piscar de olhos, abre o vidro do carro, com aquele negócio que escurece o vidro, faz uma cara de “mulher burra” e pergunta ao rapaz:

“Escuta, você sabe onde fica o bar XXX?”.

O rapaz dá aquele sorriso maravilhoso, uma olhada pra dentro do carro e diz: “Sim, sei. Encosta um pouco mais pra frente que explico pra vocês como chegar lá.”

Eu e minha amiga ficamos espantadas com tamanha simpatia... e nós sabíamos exatamente onde era o bar...hahahahaha.

Nosso lindo rapaz, explicou como faríamos para chegar no tal bar XXX e ainda nos deu seu telefone, caso nos perdêssemos novamente.

E ainda, antes de ir embora, nos disse que se mudássemos de idéia, que poderíamos sentar com ele ali mesmo, no bar ao lado, para beber e conversar com ele.

Saindo de lá, comentei com minha amiga que esse cara era o máximo!!! Convidar duas mulheres sozinhas, desconhecidas e “perdidas” para sentar e conversar....que ousadia!

Fomos a procura do tal bar XXX e imaginem? Estava fechado.... realmente o universo conspira.

Bom, vamos ligar para nosso mais novo amigo? Claro.

Antes de ligar, passamos um SMS..coisas da modernidade...já informando nosso rapaz, que o bar estava fechado e se ele tinha outra dica. Assinamos nossos nomes, pois ele não havia perguntado. Nada... ele não responde... Vamos ligar e pronto!

Ao ligar ele nos informa que estava respondendo o SMS.

Que ansiedade das mulheres!!!!

Então fomos ao seu encontro, mas sem saber se iríamos descer e sentar com ele.

Pensamos.... será que ele falou com nós duas apenas por causa do carrão???

Com certeza, se estivéssemos num carro caindo aos pedaços, ele nem nos daria atenção... Será?

Final da história... conversamos com alguém super diferente de nós duas, em todos os sentidos, por mais de 3 horas, como se nos conhecêssemos a muitos anos!!!!! João gasolina ou apenas alguém especial num momento especial?

Mas que o carrão ajudou, não temos nenhuma dúvida."


domingo, 6 de março de 2011

Mulher Moderna

Li no Facebook outro dia comentário de uma amiga querendo saber quem tinha tido a idéia de queimar sutiãs e proclamar a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres.
Recebi o texto abaixo e lembrei imediatamente dela .
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São 6h00.

O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.

Estou tão cansada, não queria ter que trabalhar hoje.

Queria ficar em casa, cozinhando,ouvindo música,cantarolando, até.

Se tivesse cachorro,passeando pelas redondezas.

Se tivesse aquário? Olhando os peixinhos nadarem.

Espaço? Fazendo alongamento.

Leite condensado? Fazendo brigadeiro...

Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos à mulher e por quê ela fez isso conosco que nascemos depois dela.

Beth Friedman - Foi essa a mocréia...

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas, cuidando dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas,educando as crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária.

Aí vem uma “fulaninha” qualquer, que não gostava de sutiã, nem tão pouco de espartilho, e contamina as várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço".

Que espaço, minha filha???!!!!!

Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí, todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz.

Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim.

E nos lançando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do vôlei.

Por quê, me digam por quê, um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com a macharada?

Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso.

Tava na cara que isso não ia dar certo!!!

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos, acessórios usar.

Que perfume combina com meu humor, nem de ter que sair correndo.

Ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia reta na frente do computador, resolvendo problemas.

Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, pós-doutorados e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!)...

Viramos super mulheres, continuamos a ganhar menos do que eles, lavar, passar, cozinhar e cuidar dos filhos da mesma forma.E ainda temos que dividir as despesas da casa.

Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

Chega, eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela (ai, meu Deus, já são 6:30h, tenho que levantar ),e tem mais, que chegue do trabalho, sente no meu sofá, e diga "meu bem, me traz uma dose de café, por favor!".

Descobri que nasci para servir.

Vocês pensam que eu tô ironizando?????

Tô falando sério!!!!!!!!

Estou abdicando do meu posto de mulher moderna....

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cuidado com a pergunta

As vezes é importante ter cuidado com o que se pergunta.
A resposta pode demolir o que se pretendia estabelecer.
O caso me foi enviado pelo Jackson, pai da Camila .
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Fato verídico acontecido em uma Vara da cidade de São Paulo na Inquirição em Juízo de um policial pelo advogado de defesa do réu, que tentava abalar a sua credibilidade.

Advogado: Você viu meu cliente fugir da cena do crime?
Policial: Não senhor. Mas eu o vi a algumas quadras do local do crime e o prendi como suspeito, pois ele é, e se trajava conforme a descrição dada do criminoso.
Advogado: E quem forneceu a descrição do criminoso?
Policial: O policial que chegou primeiro ao local do crime..
Advogado: Um colega policial forneceu as características do suposto criminoso. Você confia nos seus colegas policiais?
Policial: Sim, senhor. Confio a minha vida.
Advogado: A sua vida? Então diga-nos se na sua delegacia tem um vestiário onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar.
Policial: Sim, senhor, temos um vestiário.
Advogado: E vocês trancam a porta com chave?
Policial: Sim, senhor, nós trancamos..
Advogado: E o seu armário, você também o tranca com cadeado?
Policial: Sim, senhor, eu tranco.
Advogado: Por que, então, policial, você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você são colegas a quem você confia sua vida?
Policial: É que nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.

Uma gargalhada geral da platéia obrigou o Juiz a suspender a sessão ....