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Falando de placas de carro

Os dois , Mauro e Humberto , estavam na frente do estacionamento da empresa, na pausa do cigarro quando A. passou e se dirigiu ao estacionamento. Chave na mão se dirigiu a um dos veículos parado logo em frente a porta de entrada. - Ele trocou de carro , perguntou Humberto a Mauro? - Parece que sim. Observavam enquanto isso A. apertar o botão da trava para desativar o alarme sem sucesso. Tentou abrir com a chave a porta do motorista também sem sucesso .  A. deu a volta e tentou abrir a mala .  Nada abria. De longe perguntaram . - A. , tem certeza que é o seu carro ? - Acho que sim, ainda não me acostumei com ele . Tinha acabado de dizer isto quando olhou para o lado e viu carro da mesma marca,  porém de cor distinta, parado  3 vagas a esquerda. Para lá foi e não é que conseguiu abrir o carro. Mauro não perdoou. - Só podia ser o carro dele . Olha a dezena final da placa , é 09 , burro !

Exame Difícil

Ele foi o meu primeiro chefe , aquele que me deu a chance de começar a carreira e a quem agradeço sempre. Gaúcho por adoção do estado , forte sotaque , ainda falava um "Tchê " , "Mas Ba" ,mesmo depois de estar há mais de 10 anos no Rio. Pois a empresa naquele ano instiuiu exame médico obrigatório , check-up geral , para todos os funcionários. Como tinha mais de 40 anos de idade encaixava-se no grupo daqueles que tinham o exame de próstata como obrigatório a fazer. Reclamou muito , disse que não faria de jeito nenhum , como que agora com mais de 40 anos de idade , ia deixar um sujeito qualquer lhe enfiar o dedo , para sentir a próstata ? Isto não , de jeito nenhum, faria qualquer exame menos este. Estórias em empresas correm mais rápido que o vento, se J. não vai fazer eu também não vou disse outro. O assunto, acreditem, foi parar em reunião da diretoria pois um exame importante, que ajuda a salvar vidas, ainda fundamental para detecção de câncer, não seria realizado...

Atendimento em Call Center

Uma aluna no MBA me contou certa vez um causo de atendimento a clientes. Trabalhava ela no serviço de atendimento de uma empresa de telefonia fixa no Rio de Janeiro quando recebeu ligação irritada de um cliente . O diálogo foi mais ou menos assim : - TeleXXX , Ana maria falando , bom dia , em que posso ajudar ? - Minha filha eu sou assinante da TeleXXX mas não fiz nenhum plano de saúde da empresa , como pode aparecer uma cobrança de serviço médico na minha conta ? - Serviço médico Sr.? - Sim , isto mesmo , e além do mais quando meu filho quebrou o braço há 2 meses , não foi a TeleXXX que atendeu , ele foi no hospital do meu plano particular . - Por favor Sr. qual o número de seu aparelho para que eu possa consultar sua conta ? - Meu número é 2XX-XX-XX e veja a conta deste mês . - Um minuto por favor , ..... Obrigada por aguardar , Sr. não há nenhuma cobrança fora do padrão em sua conta . - Como não há , e esta cobrança de serviço no pulso ? - Sr. o que aparece em sua conta são os pulso...

Do outro lado do check-out

Li no jornal online a matéria que fala do lançamento do livro ,que uma operadora de caixa francesa escreveu , narrando casos e comportamentos observados em 8 anos de experiência em um supermercado francês. Concordo com algumas observações, algumas pessoas em supermercado agem como se estivessem em uma extensão de sua própria casa. Regras de convívio social ficam logo na entrada da loja , não são levadas para a área de vendas. Lembrei-me das experiências vividas em área de vendas, em loja de departamentos, na rede de fast food e na joalheria de alto luxo. Pois estava eu atrás do balcão da ilha de brinquedos eletrônicos e de produtos muito procurados ,na filial de Laranjeiras, Rio de Janeiro. A empresa pedia aos funcionários da Sede , a quem quisesse ir, que fosse na semana de Natal para ajudar na operação das lojas. Sinceramente gostava de ir, era excelente oportunidade de acompanhar a operação no pico de vendas e, ter a chance de ver espaço para melhorias nos sistemas que apoiavam a o...

Milagre no Aeroporto

Quem me contou a estória foi Andreia Moraes , parceira do trabalho atual . Ela estava nos Eua , voltando de viagem que havia feito a Disney , sozinha. Na ida para Orlando seu vôo havia feito conexão em Atlanta, tendo que retirar a bagagem e passar pela imigração , alfândega e realizar novo check-in no balcão da companhia áerea. Na volta , saindo de Orlando, iria fazer nova parada em Atlanta antes do vôo de volta para o Rio. Assim , sem prestar atenção que desta vez não teria que retirar sua bagagem, e que o intervalo de conexão era curto, desembarcou e seguiu passageiros que iriam ficar em Atlanta. Percorreu o longo caminho, saiu de um terminal para outro , até o local de entrega de bagagens. O tempo passava e nada de sua bagagem aparecer. Achando estranho perguntou a uma das funcionárias do aeroporto o que fazer ,já que suas malas ( mulher tem sempre mais de uma mala ) não apareceram. A resposta da funcionária de que estava em local errado , na hora errada, já que seu vôo para o Rio ...

Escapando da multa

Os dois casos a seguir ouvi em uma mesa de bar , naquela hora em que alguém começa a contar o acontecido com um amigo , ou com o próprio , narrando situações do dia a dia . Ele estava voltando do trabalho na Zona Sul do Rio e tinha acabado de atravessar o Rebouças . Resolveu ligar para mulher pedindo que colocasse o outro carro mais a frente, já que teria que descarregar algumas coisas. O carro tem Insufilm mas o policial militar de moto, ao olhar para trás, o viu falando ao celular. Percebeu na hora que seria multado ou teria que contribuir para uma outra causa. Obedeceu a sinalização para parar mas continou falando ao telefone. O policial se aproximou e ao abaixar ao vidro da janela pediu : - Um minuto , estou falando com meu médico . - O que é isso , desligue logo , é proibido falar ao celular enquanto dirige , o Sr sabe disso ! - Um minuto só . Sim Doutor , estou ouvindo. È que fui parado por um policial.... Sim , estou indo para a internação neste momento, sei que devo procurar o ...

Medo em Avião

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No almoço de domingo em casa, todos a mesa, meu filho comentou que o sócio no escritório tem verdadeiro pavor de voar. Acha mesmo que todo vôo em que embarcar terá destino trágico. Já comentei em outro post um vôo que fiz para Salvador bastante confuso. Mas lembrei na hora de C. A loja de departamentos onde trabalhei tinha dois aviões executivos. Um tinha o apelido de Agonia enquanto o o outro era chamado de Aflições. Pura maldade dos funcionários, o máximo que aconteceu durante o período em que estiveram ativos foi o fato do Agonia engolir um urubu em uma de suas turbinas. C. era o piloto encarregado dos vôos. Sujeito extremamente divertido, adorava bater papo com os colegas da sede quando encarregado de levá-los , na maioria das vezes, no trecho Rio-SP. Acontecia quase sempre quando a empresa verificava que mais de 5 funcionários da sede tinham compromissos em SP em uma data. Assim ficava mais barato um vôo no Agonia ou no Aflições do que a compra de passagens na aviação co...